segunda-feira, 12 de abril de 2010

Ah! a infância...

Sempre que lembro da minha infância me vem aquela nostalgia imensurável. A saudade irreprimível que parece que nunca vai ter fim, mas não há nada que possa ser feito, pois passado é passado. Porém, não faz mal (ou não) lembrar.
Já escrevi mais de uma vez sobre o assunto, hoje fico com um poema muito bonito e recorrente no estudo da literatura no Ensino Médio.

Saudações L.H.

Meus Oito Anos (Casimiro de Abreu) - Fragmento

Oh! Que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras,
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

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