domingo, 12 de dezembro de 2010

What if I miss you?

If I tell you that I miss you,
what would you think?
Probably you'd get surprised
and would stand back.
I understand.

If I tell you that I miss you,
what would you do?
I guess you'd feel confused
and would try to run away from me.
I could understand.

If I tell you that I can't loose you,
what would you do?
I think you'd smile
and maybe hug me.
That I hope.

If I tell you that I can't loose you,
what whould you think?
How could I know? Your mind is a deep secret to me.
Perhaps you'd tell me you feel the same
and that is what I hope.

Unfortunately life's hard,
my feelings are mixed up.
I don't even know
what's happening to me
and I know less about you.

Maybe is just you in my life.
What you think?
I'm scared of the answer,
but perhaps you don't know it too
and maybe that's what I want.

Well, I'm pretty sure that you'd think
that I'm overreacting
to something that is still new,
if I had the courage to say to you
how I feel.

sábado, 9 de outubro de 2010

Lágrimas correm por meu rosto jovem.

Já foi uma longa caminhada,

mas ainda tenho o mundo inteiro pela frente.

O pouco que vivi e o muito que senti,

lembro-me como se fosse ontem.

Talvez tenha acontecido ontem,

ou talvez seja de um passado distante

de uma breve vida errante.

E, ao momento que as lágrimas caem,

me pergunto:

porque tudo passou?

Já são 18 anos de estrada.

Sempre criança

de corpo e alma.

A existência que não cresce,

mas se abastece de sonhos.

Sonhos vividos a cada instante

Em que as lagrimas nascem e se vão.

Finita vida, pouca vida.

Muito sentido, muito a sentir.

Sonhos que tenho a sonhar.

Queridos amigos,

Vocês não vêem?

Não quero mais chorar.

Não quero as lagrimas,

mesmo que felizes,

pois elas tristes tentaram afogar meus sonhos.

Inflei meus pulmões de esperança

e segui em frente,

afinal a estrada é longa,

mas só até o fim

quando se percebe o seu real tamanho.

O fim da minha jornada será de lembranças,

doces, construídas em risos,

não em lagrimas.

Estou cansada de chorar, mas o poeta alerta:

mais vale uma lágrima sincera.

E sinceridade não me falta,

sem nenhum arrependimento.

O tempo corre e com ele

Correm as lágrimas,

Não há o que fazer.

Só não deixo a esperança morrer.

As lágrimas correm,

o coração aperta,

as lembranças dão saudade.

O passado não volta

quero ele amanhã

quem sabe estarei madura e mais velha?

Será que um dia irei querer crescer?

domingo, 30 de maio de 2010

Às vezes a vida resolve nos surpreender.

Destino, acaso, coincidências....

É, todo mundo passa por fases em que parece que tudo isso, o universo, a vida, conspiram contra você. Tudo, mas tudo mesmo, dá errado, e você apenas vai se sentindo cada vez pior.
Sim, é claro, que nos momentos que você pensa, ingenuamente, que nada poderia deixar as coisas mais insuportaveis, a vida se comporta como um desenho animado, e começa a chover.

Uma coisa que sempre tive pra mim, não que eu tenha utilizado muito na minha vida, é que depois da tempestade vem a calmaria. Nunca pensei muito nisso por um motivo: e não seria lógico que depois da calmaria viria uma nova tempestade?
Mas é a vida, fazer o que?
Quanto mais você pensa nela e nos seus problemas tudo parece mais difícil de ser resolvido.
Como é perversa essa tal de Vida.

Pois bem, às vezes ela resolve brincar de um jeito diferente, pra variar um pouco, né?
Bem no clímax problemático eis que ela resolve te aliviar um pouco sem motivo nenhum.
Não você não achou a fórmula ou solução mágica para seus problemas.
Não você não aliviou seus sentimentos conturbados.
E também não, você não deixou de sentir nenhum deles.

Apenas um pouco de bondade que lhe foi oferecida.
E quem somos nós para recusar?
Mesmo que a tempestade volte, ainda que mais cruel e devastadora
é preciso apreciar a calmaria, memso que essa seja rápida, pois se não a valorizamos, porque iriamos querer o fim da tempestade?

Um presente não significa sempre uma recompensa para comportamentos e atitudes.
Um mau aproveitamento da calmaria pode implicar diretamente na piora da tempestade.
Então, aproveite, mas com responsabilidade (é, careta desse jeito).
Nunca desdenhe da vida, do destino, do acaso ou o que seja.
Nunca se sabe o que pode acontecer.
Pode ser ruim, mas pode ser bom.
Pode ser bom, mas pode ser ruim.

L.M.

Obs.: Pois é. Voltando a ser escritora de autoajuda. Droga.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Changing...

Olá você que está por aqui lendo esse post, seja por acaso seja intencionalmente.
Devo adverti-lo que resolvi abandonar meu pseudônimo (L.Hobbit) para escrever em meu próprio nome.

Mera questão de crise existencial artística.

Quanto a textos inéditos estou a aguardar novos contatos da minha coautora, a inspiração (ou talvez a real autora).
Enquanto isso, restrinjo-me a estudar, a língua portuguesa também, obviamente, para trazer-vos textos de melhor qualidade, além de buscar passar no vestibular claro. =)

Para viajantes de primeira viagem a linguagem que se apresenta não é de uso comum da autora que está a fingir um posicionamento formal diante de uma situação talvez sem importância.

Saudações L.M.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Cinza pássaro desamparado

Estava eu a vagar
por essa imensa cidade
cinza,
todos os tons a brilhar.
O Céu era nublado e parecia não haver esperança.

A rotina me consumia,
já não prestava atenção na vida.
Tudo ocorria da mesma maneira,
muito cinza.
Eu achava que era feliz,
em meio a sofrimentos.
Não esperava nada de diferente,
ou talvez esperasse,
sem saber se era possível.

Um dia,
em meio a cinzetude inabalável da fortaleza de concreto,
vejo algo estranho no céu.
Do meio das nuvens,
daquele céu nublado
vem caido algo por terra.
Veio se aproximando,
em minha direção.

Não deu pra perceber o que era
até pousar desastradamente em meus braços,
não sem antes tropeçar
num vento que soprava.

Tinha comigo um frágil pássaro.
Tão majestoso.
Estava ferido,
parecia implorar por minha ajuda.

Aos poucos fui me envolvendo nos cuidados do pequeno pássaro.
E aos poucos também fui me apegando a ele.
Parecia que ele tinha vindo ao meu encontro de propósito,
certo de que eu seria capaz de curar suas feridas.

Logo o pássaro estava bem.
Nos tornamos íntimos,
à maneira que pássaro e menina podem ser.
Parecia que tínhamos nascido um pra outro.
Um pra cuidar, e outro para ser cuidado,
mas quem cuidava de quem?

Era tão bom estarmos juntos
e éramos tão felizes
que não conseguia nem imaginar não ter
aquele pássaro em minha vida
que, por sua vez, tornaria-se incompleta sem ele.

Meu apego e amor tornou-se doentio,
a intimidade dominou-me,
e a proteção do pássaro tornou-se a prioridade,
assim como o impedimento da distancia entre nós.
Sem perceber o coloquei em uma gaiola.
Todo o conforto e segurança.
Do que mais ele iria precisar?

Tudo ocorreu bem durante um tempo.
Entretanto, de repente,
o pássaro foi se entristecendo.
foi se distanciando de mim.
Eu não entendia o que acontecia.
O que não estava bem?
O que estava faltando?

Depois de muito tempo,
depois de nossa relação já não ser mais a mesma
finalmente percebi.
O pássaro queria voar,
queria de volta sua liberdade
que lhe é própria
do ser que não pertence a ninguém
além de si mesmo.

O cativeiro lhe foi bom,
mas sua essência o chamava,
e nem mesmo meu amor mais bastava.
Relutei por mais algum tempo,
amargo egoísmo.
Como poderia me separar do ser
que havia se tornado parte do meu próprio ser?

E diante da minha indecisão e medo da perda
de um amor profundo,
o pássaro foi se entristecendo cada vez mais.
Já não queria nem gostava das coisas de antes.
Não queria meus cuidados, nem meus carinhos.

Diante disso, relutei ainda mais um pouco,
eu também havia me entristecido muito.
E era assim a nossa relação,
a tristeza.
O que foi e o que não era mais.
Eu não conseguia entender
porque as coisas tinham se encaminhado para esse ponto.

Depois de muito sofrimento de ambas as partes,
o pássaro com seu triste olhar
me fez entender o que eu deveria fazer.

Com muita dor no coração,
e sentindo como se minha alma saísse do corpo,
abri a gaiola.
O pássaro andou em direção a portinhola
e antes de arremessar-se ao infinito, disse-lhe:
"Voe. Bata as asas e voe. Voe para longe..."
E lá se foi o pássaro.
Voou, voou...
...para longe de mim.
Foi em direção a um céu que já não era mais nublado,
mas de um profundo azul
de esperança.

E eu sozinha a olhá-lo e sem poder alcançar-lhe
só esperei
que ele voltasse,
que sentisse falta dos bons momentos,
os cuidados,
e possamos corrigir os erros
para viver apenas o sentimento.

E fiquei sozinha em terra,
apenas esperando...

____________________________________

Pois é gente, estou postando já, menos de um dia depois do último texto.
Antigamente eu teria salvo esse texto e postado amanhã ou depois, para dar um intervalo.
Porém, o próprio propósito do texto me impele a divulgá-lo.
Minha inspiração corre, voa. Se ela resolveu voltar para mim, quem sou eu para lhe colocar em uma gaiola?
Deixemos o pássaro da liberdade guiar nossos caminhos, e não o contrário.

Saudações L.Hobbit.

domingo, 16 de maio de 2010

...

É. Finalmente me veio a inspirarão pra escrever. Corri para não perde-la e eis o resultado. Enjoy =)

...


Lá estavam eles.

Em mais um (re-) encontro

Cercado de risos e histórias.

Tão íntimos um do outro.

Tão unidos por uma ligação,

Que parecia nunca ter sido rompida.

Ou talvez parecessem recém conhecidos,

Daqueles que mais parecem velhos amigos,

Que no fundo se conhecem há um bom tempo,

O que não deixava de ser.


Não se cansavam de brincar, de rir,

De zombar um do outro.

Sentiam-se maravilhosamente bem.

Sentiam que voltavam aos seus lugares,

Aos seus pertencimentos.


Porém, apesar de todo esse sentimento,

Ainda não se tocavam.

Mantinham-se longe,

Talvez por medo, talvez por receio

De estragar o momento, de afugentar,

De não ser o seu querer

O querer do outro.


Como que em mútua percepção,

Fez-se o silencio.

Os olhares finalmente se cruzaram.

Quanto sentimento,

Quantas coisas que por muito tempo foram guardadas.

E finalmente...


A ligação manifestou-se em sua plenitude.

A física fez-se e desfez-se.

As ações confundiram-se com as reações,

Não sabiam e nem se importavam

Com quem fez o primeiro, simultâneo, movimento.

Os dois corpos se juntaram no mesmo espaço,

Num infinito e apaixonado beijo,

Que tanto esperavam,

E pareceu nunca acabar,

Junto com aquele dia 8 que se deitou

Num eterno descansar ∞.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Ah! a infância...

Sempre que lembro da minha infância me vem aquela nostalgia imensurável. A saudade irreprimível que parece que nunca vai ter fim, mas não há nada que possa ser feito, pois passado é passado. Porém, não faz mal (ou não) lembrar.
Já escrevi mais de uma vez sobre o assunto, hoje fico com um poema muito bonito e recorrente no estudo da literatura no Ensino Médio.

Saudações L.H.

Meus Oito Anos (Casimiro de Abreu) - Fragmento

Oh! Que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras,
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

sábado, 10 de abril de 2010

Não, isso não é uma miragem!

É gente. Depois de quase dois anos me deu a louca de escrever aqui.
Bem, na verdade nas férias desse ano eu já tinha esse pensamento de voltar a escrever em um blog meu depois da passagem por http://abrechacp2.blogspot.com , mas acabou que o tempo foi passando e as férias acabando.
Como esse ano é um ano 'especial', como costumam falar por ai, mas que na verdade é um ano de puro sofrimento, o ano de vestibular, não deu mesmo para voltar, por pura falta de tempo, o que não significa, porém, falta de vontade.

Então, o propósito do post. Estava eu fazendo o simulado virtual do meu cursinho pré-vestibular e me deparei com um texto que me emocionou muito na prova de francês.
Vou postá-lo aqui no original, com o perdão daqueles que não falam essa língua tão linda. Quem sabe algum dia eu não faço uma versão para o português para vocês? =)

Saudações L.H.

Chante, chante, chante !
Autor desconhecido.

Comme n’importe quelle bonne maman, quand Karen
a su qu’elle attendait un bébé, elle a fait tout ce qu’elle
pouvait pour aider son fils Michael, de trois ans, à fin de le
préparer pour une nouvelle étape dans sa vie.
Ils ont su que le nouveau bébé serait une fille et tous
les jours Michael chantait pour sa petite soeur dans le ventre
de sa mère. Il sentait une très grande affection pour sa
petite soeur même avant de la connaître.
La gestation de Karen progressa normalement. Son
travail d’accouchement a débuté à temps ; bientôt, les
douleurs étaient aux cinq minutes, ensuite aux trois
minutes et finalement à chaque minute. Pourtant, tout à
coup, une complication s’est présentée et Karen prit des
heures pour l’accouchement. Avait-elle besoin d’une
césarienne? Après plusieurs heures de lutte, finalement
la petite soeur de Michael est née, mais en de très
mauvaises conditions. On l’a transporté immédiatement
en ambulance à l’unité des soins intensifs, dans la section
nouveaux-nés de l’hôpital local. Les jours passaient et la
santé de la fillette s’empirait.
Finalement les pédiatres venaient dire aux parents les
terribles paroles: “Il n’y a que très peu d’espoir; préparez13
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Extensivo
Curso
vous au pire”. Karen et son époux ont communiqué avec le
cimetière local à fin de réserver une place pour leur petite
fille. Ils avaient créé une nouvelle chambre pour leur fille et
maintenant ils se préparaient à des funérailles.
Cependant, Michael suppliait ses parents de lui laisser
voir sa petite soeur. “Je veux chanter pour elle”, répétait-il
sans cesse. Après deux semaines de thérapie intensive, il
semblait que la mort viendrait avant que la semaine
s’achève. Michael continuait à insister qu’il voulait chanter
pour sa petite soeur, mais on lui expliquait que l’on ne
permettait pas aux enfants d’entrer aux soins intensifs.
Tout à coup, Karen s’est décidée: elle amènerait Michael
pour qu’il voie sa petite soeur. Lui permettront-ils? S’il ne
voyait pas sa petite soeur maintenant, peut-être il ne la
verrait jamais. Elle lui a mis un surtout immense et l’amena
aux soins intensifs. L’infirmière en chef, en se rendant
compte que c’était un enfant, se mit en colère. “Sortez
immédiatement cet enfant d’ici”, cria-t-elle, “Les enfants
ne sont pas admis ici!”
Le caractère fort de Karen se manifesta et, oubliant
ses bonnes manières qui l’avaient toujours caractérisée,
elle a regardé l’infirmière avec des yeux d’acier et les lèvres
serrées et blanches et elle a dit avec fermeté: “Il ne s’en ira
pas tant qu’il n’aura pas chanté pour sa petite soeur” et,
prenant Michael dans ses bras, elle l’emporta vers le lit de
sa petite soeur.
Il a regardé sa soeurette qui perdait la bataille pour
conserver sa vie. Après un moment, il commençait à chanter
d’une voix qui venait du coeur d’un enfant de trois ans.
Michael lui chantait: “Tu es pour moi la lumière du soleil,
mon unique lumière, tu me rends heureux quand le ciel
est gris.” Instantanément le bébé a paru répondre à la
stimulation de la voix de Michael. Son pouls est devenu
normal.
“Continue à chanter”, lui demandait sa mère avec les
larmes aux yeux. Et l’enfant continuait: “Tu ne sauras
jamais, chérie, combien je t’aime, s’il te plait ne m’enlève
pas ma lumière du soleil.” Pendant que Michael chantait
pour se petite soeur, le bébé bougeait et sa respiration
devenait douce comme celle d’un chaton que l’on caresse.
“Continue à chanter, mon amour”, et il continuait à le faire
comme quand sa soeurette était encore dans le ventre de
sa mère. “L’autre nuit, ma chérie, quand je dormais, j’ai
rêvé que je te serrais dans mes bras”, chantait le petit
garçon. La petite soeur de Michael commença à relaxer et
elle s’endormit d’un sommeil réparateur qui la réanimait à
chaque seconde. “Continue à chanter, Michael”. Maintenant
c’était la voix de l’infirmière bourrue qui les larmes aux
yeux suppliait le petit de continuer à chanter. “Tu es pour
moi la lumière du soleil, s’il-te-plaît ne m’enlève pas ma
lumière du soleil”.
Incroyable. le jour suivant, la petite était en parfaites
conditions pour s’en aller chez elle. Les journaux l’ont
appelée “Le Miracle de la chanson de son frère”. Les
médecins l’appelaient simplement un Miracle. Karen l’a
appelée “Le Miracle de l’amour de Dieu.”
Ne cesse jamais de lutter pour ceux que tu aimes.
L’Amour est incroyablement puissant.