Quem sou eu
- Luiza Miranda
- Só mais alguém que, às vezes, busca se encontrar por meio das palavras. Também conhecida pelo pseudônimo L.Hobbit
domingo, 12 de dezembro de 2010
What if I miss you?
sábado, 9 de outubro de 2010
Lágrimas correm por meu rosto jovem.
Já foi uma longa caminhada,
mas ainda tenho o mundo inteiro pela frente.
O pouco que vivi e o muito que senti,
lembro-me como se fosse ontem.
Talvez tenha acontecido ontem,
ou talvez seja de um passado distante
de uma breve vida errante.
E, ao momento que as lágrimas caem,
me pergunto:
porque tudo passou?
Já são 18 anos de estrada.
Sempre criança
de corpo e alma.
A existência que não cresce,
mas se abastece de sonhos.
Sonhos vividos a cada instante
Em que as lagrimas nascem e se vão.
Finita vida, pouca vida.
Muito sentido, muito a sentir.
Sonhos que tenho a sonhar.
Queridos amigos,
Vocês não vêem?
Não quero mais chorar.
Não quero as lagrimas,
mesmo que felizes,
pois elas tristes tentaram afogar meus sonhos.
Inflei meus pulmões de esperança
e segui em frente,
afinal a estrada é longa,
mas só até o fim
quando se percebe o seu real tamanho.
O fim da minha jornada será de lembranças,
doces, construídas em risos,
não em lagrimas.
Estou cansada de chorar, mas o poeta alerta:
mais vale uma lágrima sincera.
E sinceridade não me falta,
sem nenhum arrependimento.
O tempo corre e com ele
Correm as lágrimas,
Não há o que fazer.
Só não deixo a esperança morrer.
As lágrimas correm,
o coração aperta,
as lembranças dão saudade.
O passado não volta
quero ele amanhã
quem sabe estarei madura e mais velha?
Será que um dia irei querer crescer?
domingo, 30 de maio de 2010
Às vezes a vida resolve nos surpreender.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Changing...
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Cinza pássaro desamparado
domingo, 16 de maio de 2010
...
É. Finalmente me veio a inspirarão pra escrever. Corri para não perde-la e eis o resultado. Enjoy =)
...
Lá estavam eles.
Em mais um (re-) encontro
Cercado de risos e histórias.
Tão íntimos um do outro.
Tão unidos por uma ligação,
Que parecia nunca ter sido rompida.
Ou talvez parecessem recém conhecidos,
Daqueles que mais parecem velhos amigos,
Que no fundo se conhecem há um bom tempo,
O que não deixava de ser.
Não se cansavam de brincar, de rir,
De zombar um do outro.
Sentiam-se maravilhosamente bem.
Sentiam que voltavam aos seus lugares,
Aos seus pertencimentos.
Porém, apesar de todo esse sentimento,
Ainda não se tocavam.
Mantinham-se longe,
Talvez por medo, talvez por receio
De estragar o momento, de afugentar,
De não ser o seu querer
O querer do outro.
Como que em mútua percepção,
Fez-se o silencio.
Os olhares finalmente se cruzaram.
Quanto sentimento,
Quantas coisas que por muito tempo foram guardadas.
E finalmente...
A ligação manifestou-se em sua plenitude.
A física fez-se e desfez-se.
As ações confundiram-se com as reações,
Não sabiam e nem se importavam
Com quem fez o primeiro, simultâneo, movimento.
Os dois corpos se juntaram no mesmo espaço,
Num infinito e apaixonado beijo,
Que tanto esperavam,
E pareceu nunca acabar,
Junto com aquele dia 8 que se deitou
Num eterno descansar ∞.